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Doutorado da Poli-USP recebe prêmio por seu caráter inovador

O trabalho é fruto da tese de Edmo Rodovalho e já havia recebido uma menção honrosa da CAPES

A pesquisa "Simulation of the impact of mine face geometry on the energy efficiency of short-distance haulage mining operations", do pesquisador Edmo Rodovalho, recebeu o Prêmio DynaMine na categoria “Projeto mais inovador de 2017”. O trabalho é fruto da tese “An innovative approach for controlling operational parameters in open pit mining to reduce costs and environmental impacts”, defendida em 2016 sob a orientação de Giorgio Francesco Cesare de Tomi, professor e chefe do Departamento de Engenharia de Minas (PMI) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). A mesma tese já havia recebido, este ano, uma menção honrosa do Prêmio Capes de Tese 2017.

A premiação DynaMine de Inovação acontecerá no dia 8 de dezembro, às 19 horas, no PMI. Para participar, era necessário enviar um artigo publicado, um artigo original ou projetos inovadores aplicados na indústria sobre temas relacionados à mineração, processos industriais, material handling, transportes e simulação dinâmica.

O Prêmio é uma iniciativa da empresa de consultoria DynaMine, e conta com a colaboração de engenheiros e pesquisadores de empresas e de instituições de ensino do Brasil e exterior. Seu objetivo é reconhecer os profissionais e estudantes que colaboram para o desenvolvimento da inovação na engenharia.

 

Prédio da Poli-USP ganhará mural artístico

Um dos maiores muralistas do Brasil e ex-aluno da Escola, Andruchak fará monumento no prédio da Engenharia Elétrica

O prédio da Engenharia Elétrica da Escola Politécnica da USP (Poli-USP) vai se transformar em um ateliê de arte entre os dias 20 e 23 de outubro, quando será construído de forma coletiva um mural artístico, idealizado pelo artista plástico Andruchak, um dos maiores muralistas do país, tanto em número quanto em diversidade de obras realizadas. Trata-se de um monumento em cimento, com alto e baixo relevo, que terá a dimensão de 20 m² (2,5 m x 8 m) e cujo nome é "Tecnologia, Inovação e Arte". Ele será produzido em um espaço de convivência do prédio, e sua construção terá a participação de alunos, professores e funcionários, que poderão contribuir ativamente com a criação, fazendo a pintura da obra. Esta interação visa despertar na comunidade a sensação de pertencimento. “A relação com o público deve ser muito intensa. Quem participar jamais esquecerá aquele momento”, ressalta o artista.

Andruchak explica que esta será uma obra de reconhecimento nacional e internacional e, como os participantes de certa forma serão coautores, eles tendem a cuidar da obra. “Certamente o mural será um divisor de águas na Poli. O ambiente ficará mais alegre e o monumento estará ali para sutilmente lembrar, todos os dias, a união, a sinergia e o esforço conjunto reunido para sua feitura, tal como são feitos os trabalhos e pesquisas nas dependências dos departamentos e laboratórios da Escola Politécnica da USP”.

A obra será elaborada ao longo dos quatro dias, e haverá uma cerimônia de inauguração na segunda-feira, dia 23, para marcar sua conclusão. Andruchak explica que a poética será geometricista. “A definição dos grafismos também tem participação da comunidade acadêmica que efetua sugestões a partir das quais o conjunto da obra é produzido. O relevo carrega consigo a questão da inclusão ao permitir que deficientes visuais possam sentir a obra, ou parte dela”.

A proposta surgiu com o apoio dos professores Antônio Zuffo e Antonio Carlos Seabra, do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos da Poli-USP, e a previsão é a de que a obra será renovada de quatro em quatro anos com a presença do autor. O trabalho faz parte de um projeto de extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), onde o artista leciona, com monumentos em diversas cidades brasileiras e também no exterior.

Sobre Andruchak - O artista realizou o seu mestrado no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da Poli-USP, e sua relação com a Escola e a Universidade é de muito apreço. “Fiz meu mestrado no LSI (Laboratório de Sistemas Integráveis), na área da computação gráfica, e a Poli é minha casa. Ao longo do meu doutorado, realizado na Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP), os laboratórios da Engenharia Elétrica me deram suporte para os trabalhos acadêmicos. Ter a oportunidade de retribuir com arte a diversidade de conhecimento que ganhei quando estudei na USP é muito gratificante”, ressalta.

Algumas obras do artista podem ser visualizadas no site https://andruchakartebrasil.wordpress.com/. Ele conta que a ideia de produzir murais surgiu com uma exposição itinerante que realizou por oito países na Europa em 2007, na qual entrou em contato com outra realidade, a qual gostaria de ver também no Brasil. “Comecei reclamando que ninguém fazia nada, até um tempo depois perceber que eu também estava incluído na lista. Resolvi fazer o inverso do grafitti, que nasceu nas ruas para depois ganhar as galerias: tirei as obras da galeria com o início da produção de murais em ruas, avenidas e demais áreas urbanas”. Inicialmente, Andruchak fez muitos trabalhos em pintura, imprimindo sua marca com o uso do geometricismo, mas queria propor uma técnica que fosse única, e buscou em seus estudos essa forma diferenciada. “Depois de muitas tentativas consegui estruturar o mural em relevo utilizando cimento. Desta forma as obras passaram à categoria de monumento. Outros elementos passaram a figurar no trabalho, como a inclusão de pessoas deficientes visuais que poderiam sentir a obra, ou a durabilidade altamente incrementada e ainda a possibilidade da produção colaborativa, com participação das comunidades onde a obra seria executada”, conta o artista.

Serviço

Construção do monumento "Tecnologia, Inovação e Arte" no prédio da Engenharia Elétrica da Poli-USP

Data e horário: 20 a 23 de outubro, das 7h30 às 17h.

Inauguração: 23 de outubro, às 17h.

Endereço: Av. Prof. Luciano Gualberto, travessa 3, nº 158, Cidade Universitária, São Paulo, SP.

 

Concurso de aplicativos Campus Mobile tem inscrições abertas até 5 de novembro

Participantes irão concorrer a uma viagem de imersão ao Vale do Silício

A 6ª edição concurso de aplicativos Campus Mobile, uma parceria entre o Instituto NET Claro Embratel e o LSI-TEC, com o apoio da Escola Politécnica da USP, está com inscrições abertas até 5 de novembro. Serão selecionados até 120 jovens para concorrerem a uma viagem de imersão aos EUA e prêmios em dinheiro, que serão entregues aos projetos que apresentarem melhor desempenho durante o programa. Podem participar universitários e recém-formados, em equipes de até três pessoas. Os estudantes podem inscrever seus projetos em uma das três categorias do programa: Facilidades, Educação ou Jogos. O projeto inscrito deve consistir em um produto ou serviço para plataforma móvel.

O objetivo do Campus Mobile é reunir estudantes de diferentes áreas e contribuir para sua formação durante o processo de desenvolvimento de serviços que contribuam de forma positiva ao contexto social. As inscrições podem ser feitas pelo site www.institutoclaro.org.br/campusmobile.

 

Projetos de “terras raras” receberam R$ 293 mi de investimentos

Plano Nacional de Mineração e Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação preveem medidas para incentivar o desenvolvimento de cadeia produtiva para explorar os recursos.

As chamadas terras raras – elementos químicos com alto valor para diversos segmentos da indústria – estão contemplados no Plano Nacional de Mineração 2030 e na Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação ENCTI - 2016-2022 como minerais estratégicos. O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação (MCTIC) investiu R$ 293 milhões em projetos prioritários na área, segundo Eduardo Soriano Lousada, coordenador Geral de Desenvolvimento e Inovação em Tecnologias Setoriais da pasta.

Ele apresentou no primeiro dia do IV Seminário Brasileiro de Terras Raras (17/10) um balanço desses investimentos. O encontro, organizado conjuntamente pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), é promovido pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Processamento e Aplicações de Ímãs de Terras Raras para Indústria de Alta Tecnologia (INCT-PATRIA).

O Seminário termina quarta-feira (18) com a apresentação de iniciativas empresariais e de instituições de pesquisa, e está sendo realizado no Auditório Francisco Romeu Landi do prédio da Administração da Poli-USP, no campus do Butantã, em São Paulo. “Já estamos mostrando nossa articulação com a realização de projetos conjuntos que envolvem toda a cadeia produtiva de terras raras. É um momento especial na história da mineração brasileira e na cooperação universidade empresa”, ressaltou Fernando Landgraf, diretor presidente do IPT na abertura do encontro.

Políticas públicas – Os recursos do MCTIC citados por Lousada foram aplicados em projetos de apoio à pesquisa, desenvolvimento e inovação (P,D&I) do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem); nos editais do fundo setorial mineral; no projeto da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) com a empresa CBMM e o IPT; e no projeto do INCT-PATRIA, focado no processamento e aplicações de imãs para indústria de alta tecnologia. Também estão contemplados recursos para o acordo de cooperação com a Alemanha e a União Europeia (Diálogos Setoriais) e para o programa Inova Mineral.

Segundo ele, está entrando em fase de conclusão o Plano de Ação em P,D&I para o Desenvolvimento Integral da Cadeia Produtiva de ETR (elemento terras raras), que terá um grupo de trabalho para acompanhar seu desenvolvimento. O Plano de Ação é um braço operacional da ENCTI. “A presença das terras raras nessas políticas públicas já conferem uma prioridade ao tema”, afirmou. “Precisamos atuar também de forma política junto aos demais órgãos de governo e aos parlamentares para explicar um assunto tão complexo e sua importância estratégica para o Brasil, de modo a obtermos mais recursos para projetos que promovam a estruturação dessa cadeia”, completou.

Uma das principais ações do governo nesse sentido é o Inova Mineral. Pedro Landim, gerente setorial do Departamento de Indústrias de Base do BNDES, e Cristiana Abreu, gerente do Departamento de Petróleo, Mineração e Siderurgia da Finep, falaram no Seminário sobre o estágio atual do programa, que deve durar cinco anos.

Em agosto de 2016 foi lançado o primeiro edital, dividido em duas chamadas. A primeira recebeu 41 planos de negócios que totalizaram uma demanda de R$ 1,1 bilhão de investimento público e privado. Foram aprovados 24 planos, a maioria voltados para terras raras, e que perfazem um total de R$ 737 milhões de investimento. Esses projetos estão em fase de contratação. A segunda chamada ainda está na fase de avaliação dos inscritos e o resultado final está previsto para dezembro deste ano. Foram recebidos 50 projetos, que totalizaram R$ 2,3 bilhões de investimentos. “Esses números sinalizam que a indústria quer e precisa desse programa”, destacou Cristiana Abreu.

Segundo Pedro Landim, o BNDES dispõe de R$ 500 milhões para as modalidades crédito e renda variável e R$ 90 milhões do Funtec – nesse caso, são recursos não reembolsáveis, para iniciativas nas quais o Estado avalia ser importante compartilhar os riscos com a iniciativa privada, apoiando projetos realizados em parceria entre empresas e universidades/institutos de pesquisa. Já a Finep tem R$ 460 milhões para a modalidade crédito/renda variável e R$ 130 milhões para apoiar projetos desenvolvidos conjuntamente entre empresas e universidades/institutos.

União para competir – O superintendente geral da Fundação CERTI, Carlos Alberto Schneider, apontou os desafios para a estruturação de uma cadeia produtiva completa de terras raras no País. O primeiro é enfrentar a competição com a China, que detém o monopólio desse mercado.”Precisamos colocar mais gente trabalhando no Brasil e congregar as iniciativas de produção aqui”, disse. “E não podemos apenas produzir com baixo custo, mas produzir com qualidade, flexibilidade, ter produtividade, pensar na sustentabilidade e na inovação, em produtos de alto valor agregado”, enumerou.

Schneider fez coro a todos os participantes da abertura e da primeira mesa de apresentações do Seminário e enfatizou a necessidade de se estabelecer os vínculos entre academia, setor produtivo e governo em torno do objetivo comum de formar uma cadeia produtiva que trabalhe desde a mineração de terras raras até o desenvolvimento e produção de superimãs, segmento que foi identificado como de grande potencial para exploração brasileira. “Precisamos de uma coordenação estratégica envolvendo os principais atores de governo e empresariais, e com suporte tecnológico orientado à competitivdade em todos os elos da cadeia”, defendeu ele.

A importância estratégica das terras raras para a economia ficou clara na apresentação de Cássio Rabello, especialista em Desenvolvimento Industrial da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Segundo ele, há indicações de que as reservas conhecidas podem entrar em exaustão em um prazo de 50 anos, o que motiva o investimento na descoberta e exploração de novas reservas. “Ao mesmo tempo, estamos apostando no crescimento da energia eólica e da produção de veículos elétricos e híbridos, o que demanda aplicações de imãs de forma permanente”, completou.

O Brasil tem reservas e demanda por consumo de produtos que usam terras raras, importando-os para poder abastecer seu mercado. Articular a demanda com a ocorrência é o alvo. “Para promover esse salto na produção de imãs e ligas, temos de usar como objeto de articulação a tripla hélice [a parceria academia-indústria-governo]”, apontou. “Essa articulação deve ser suportada por instituições de governo e de P&D, utilizando-se instrumentos de política industrial e tecnológica”, concluiu.

Confira no álbum da Poli no Flickr as fotos da abertura e da primeira mesa do IV Seminário Brasileiro de Terras Raras. 

 

Amigos da Poli realiza cerimônia em homenagem aos professores da Escola

A Escola Politécnica da USP recebeu ontem, dia 16 de outubro, uma homenagem aos docentes promovida pelo Fundo Patrimonial Amigos da Poli. O evento foi organizado em parceria com a Diretoria da Escola, e contou com a participação do professor José Roberto Castilho Piqueira, diretor da Poli, e da professora Liedi Légi Bariani Bernucci, vice-diretora, além de membros do corpo docente.

A celebração foi realizada no Auditório Professor Francisco Romeu Landi, e contou com a apresentação do Acappolli, um grupo de estudantes da USP, principalmente de engenharia, que canta Acappella, ou seja, sem instrumentos musicais, e tem como objetivo levar música para os corredores da Escola Politécnica. Os jovens cantaram, entre outras músicas internacionais, A Banda e Roda Viva, de Chico Buarque, e receberam elogios do diretor pela iniciativa de seu projeto artístico.

O diretor da Poli considera esta celebração um marco para a Escola, devido ao papel de qualidade desempenhado pelos docentes na formação dos estudantes. “Vivemos um novo momento em que a aproximação entre as partes é muito importante. Ter um momento de confraternização entre professores e alunos muda a dinâmica das relações entre estes na nossa Escola, e melhora o seu patrimônio moral”, ressaltou o professor Piqueira.

Peter Sonnenberg, diretor vice-presidente do Amigos da Poli, apresentou os últimos projetos do Fundo e ressaltou, como ex-aluno da Poli, a importância dos professores em sua trajetória. O engenheiro relatou que mudou radicalmente sua carreira para seguir o setor de educação e, ao levantar os motivos que fazem real diferença no aprendizado, concluiu que o trabalho do professor é o que torna o ensino mais eficaz. “Como o professor se porta em sala de aula, o ambiente escolar propício para o aprendizado, a relação de confiança entre professor e aluno, o professor ter alta expectativa sobre seus alunos. E isso é o que acontece aqui na Poli, e faz sairmos daqui tão bem formados”, ressaltou Peter.

O professor Antonio Carlos Seabra, do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos da Poli-USP, realizou uma apresentação na qual refletia os papéis desempenhados pelos docentes. “Eu acredito que a ética é uma das bases para que tornemos nossas alunas e nossos alunos grandes engenheiros, líderes e agentes de inovação. Acredito que tudo isso tem a ver com uma postura ética, com criar um ambiente de respeito ao próximo. Tanto em postura individual como coletiva - pensando na nossa comunidade externa, mas também pensando na nossa comunidade politécnica”.

A cerimônia teve também as palavras do professor Pedro Luiz Pizzigatti Corrêa, do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais, que ressaltou o papel importante da interação com os ex-alunos para o desenvolvimento de projetos, como as parcerias com o Amigos da Poli. A transmissão do evento pode ser acessada no link, no canal do YouTube da Poli-USP.

Confira as fotos do evento em nosso álbum no Flickr

 

Técnicas de projeto para acesso náutico são tema de evento na Poli-USP

A Escola Politécnica da USP e o Conselho Nacional de Praticagem (CONAPRA) realizarão, nos dia 7 e 8 de novembro, um seminário sobre "Técnicas modernas de projeto de acessos náuticos com base na norma ABNT NBR 13246 2017". O evento abordará uma nova norma ABNT de projeto de acessos náuticos, recentemente reformulada, que resultou do trabalho de uma comissão composta por diversos setores da área, com a participação da Marinha, CONAPRA e da USP, explica o coordenador do evento, professor Eduardo Aoun Tannuri. “Na ocasião, iremos renovar o termo de cooperação técnica firmado entre o CONAPRA e o TPN-USP, além de apresentar a infraestrutura do Centro de Simulação de Manobras, dotado de 2 novos simuladores com tecnologias inovadoras, em desenvolvimento no escopo de nosso convênio de P&D CENPES-USP”.

O seminário é organizado pelo laboratório Tanque de Provas Numérico (TPN-USP), em parceria com o CONAPRA, e terá palestras técnicas e discussões acerca das novas definições para o projeto portuário e a aplicação a diversos portos e terminais brasileiros.

O evento tem como público-alvo integrantes da Marinha, Praticagens, Terminais, Cia Docas, Armadores e Projetistas. O endereço www.tpn.usp.br/seminario contém mais detalhes e a grade de palestras.

Serviço

Seminário Técnicas modernas de projeto de acessos náuticos com base na norma ABNT NBR 13246 2017

Data e horário: 7 e 8 de novembro

Local: Escola Politécnica da USP. Cidade Universitária, São Paulo, SP. O auditório será divulgado em breve.

Inscrições:  Seminário gratuito, com inscrições obrigatórias pelo e-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. , ou telefone (11) 2648-6094).

Site do evento: http://www.tpn.usp.br/seminario/

 

Museu Catavento e Poli-USP realizam a 5ª edição da Mostra Paulista de Ciências e Engenharia

 MOP 2017 acontecerá nos dias 25, 26 e 27 deste mês e permitirá que estudantes do Estado de São Paulo apresentem suas ideias e projetos

O Museu Catavento, museu de Ciência e Tecnologia da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo promove, nos dias 25, 26 e 27 de outubro, a 5ª edição da Mostra Paulista de Ciências e Engenharia (MOP 2017). O evento é realizado em parceria com o Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC) e com o apoio da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Durante estes dias, a entrada no Museu Catavento será gratuita.

A MOP é uma iniciativa criada para estimular o desenvolvimento da cultura investigativa, da inovação e do empreendedorismo nos estudantes da educação fundamental, média e técnica do Estado de São Paulo. Além disso, é uma oportunidade para a troca de informações entre estudantes de escolas públicas e particulares, aproximação entre a educação básica e técnica, cientistas renomados e empresas.

Serão 105 projetos finalistas de escolas públicas e privadas de 34 cidades de São Paulo. Os 222 estudantes finalistas, acompanhados por seus 121 professores orientadores e coordenadores, terão a oportunidade de mostrar seus potenciais criativos e realizadores para o Comitê de Avaliação da MOP.

Durante a mostra, o Comitê de Avaliação, composto por 210 professores universitários e especialistas voluntários, seleciona seis projetos de destaque para participarem como finalistas da FEBRACE 2018 - Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, que será nos dias 13, 14 e 15 de março de 2018, na Universidade de São Paulo. Serão selecionados ainda os melhores projetos nas categorias Ciências Agrárias, Biológicas e da Saúde; Ciências Humanas e Sociais Aplicadas; e Ciências Exatas da Terra e Engenharias, que são premiados com troféus, medalhas e certificados.

SERVIÇO:

 

Museu Catavento e LSI - TEC realizam a 5ª Edição da MOP

25, 26 e 27 de outubro de 2017

Local: Claustro  

Horário: 9h às 17h

Entrada gratuita

 

Sobre o museu

O Museu Catavento foi inaugurado em março de 2009 e tem mais de 250 instalações divididas em quatro seções (Universo, Vida, Engenho e Sociedade). Cada seção foi elaborada com instalações cenográficas interativas que contribuem para criar atmosferas únicas e envolventes aproximando o publico do universo da ciência. Atrações como aquários de água salgada, anêmonas e peixes carnívoros e venenosos, uma sala que simula viagem submarina, um experimento de física que arrepia seus cabelos, são apenas alguns exemplos de como o visitante pode aprender e se divertir ao mesmo tempo. Na área externa também é possível conferir equipamentos como a locomotiva Dübs (fabricada em 1888 na Inglaterra que pertenceu à Cia. Paulista de Estradas de Ferro e foi usada brevemente para o transporte de carga) e o avião DC-3 (1936), que foi utilizado como cargueiro militar na Segunda Guerra Mundial.

 

Sobre o LSI-TEC

O Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC) é uma instituição de desenvolvimento tecnológico, com linhas de ação reconhecida nacional e internacionalmente, tornando-o um centro de referência mundial dedicado ao desenvolvimento e inovação em tecnologias avançadas. Fundado em 1999, o laboratório é um elo entre a sociedade e as instituições científicas de excelência, promovendo a aplicação do conhecimento em tecnologia e levando inovações tecnológicas a sociedade por meio de parcerias com instituições do setor público e privado. Dirigido por professores da Universidade de São Paulo e com projetos em parceria com o Laboratório de Sistemas Integráveis da Escola Politécnica da USP, o LSI-TEC conta com uma equipe altamente qualificada e multidisciplinar. Suas atividades são baseadas em três princípios: excelência, inovação e empreendedorismo.

 

Para conhecer a programação cultural de todo o estado, acesse a plataforma SP Estado da Cultura – www.estadodacultura.sp.gov.br. Acompanhe a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo nas mídias sociais:

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Informações para a imprensa

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Gabriela Carvalho – Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  – (11) 3339-8070

Damaris Rota – Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  – (11) 3339-8308

Stephanie Gomes - Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  - (11) 3339-8243 | 

 


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